sábado, 29 de novembro de 2014

Hemiciclos, blogs e afins...onde se ladra muito!

"Senhoras e senhores ... Gostaria já de salientar que vou falar para não dizer nada.
Oh! eu sei! Pensam: "Se ele não tem nada a dizer ... era melhor calar-se!"
Obviamente! Mas é muito fácil! ... É muito fácil!
Querem que eu faça como todos aqueles que não têm nada a dizer e guardam para eles?

Pois não! Senhoras e senhores, eu, quando eu não tenho nada a dizer, quero que saibam!
Eu quero compartilhar com os outros!
E se vós, Senhoras e Senhores Deputados, se não têm nada para dizer, bem, conversamos, discutimos!
Eu não sou um inimigo dos colóquios.
Mas, dizem, se nós falamos para não dizer nada, de que vamos falar?
Bem, de nada! De nada!
Porque nada ... não é nada.
A prova é que podem subtraí-lo.
Exemplo: Nada menos nada = menos do que nada!
Se pudermos encontrar menos do que nada, é que nada já é alguma coisa!
Podem comprar algo com nada!
Multiplicando : Uma vez nada ... nada
Duas vezes nada ... não é muito, é quase nada!
Mas quase nada! ... Por quase nada já podem comprar alguma coisa! ... E barato!
Agora, se  multiplicam quase nada por nada:
Nada vezes nada = nada.
Três vezes três nada = nada.
Não é novidade!
Sim ... não vale a pena falar!
Bom! Vamos falar de outras coisas! Falamos daquela situação, tomem!
Sem especificar qual!
Se me permitirem, vou falar brevemente do histórico da situação, seja ela qual for!
Há alguns meses, lembrem-se a situação não sendo pior do que a de hoje não era tão pouco melhor!
Já estávamos a caminhar para o desastre, sabíamos ...
Estávamos cientes!
Porque não se deve presumir que os responsáveis de ontem estavam mais ignorantes da situação do que estão os de hoje!

Sim, o desastre, pensávamos, era para amanhã!
Isso quer dizer que, na verdade, era para ser hoje!
Se os meus cálculos estão correctos!
Porém o que vemos hoje?
Que é sempre para amanhã!
Então eu pergunto, Senhoras e Senhores :
Adiando para amanhã o desastre é que poderíamos hoje evita-lo?
Além disso, gostaria de observar, entre parênteses, que, se o actual governo não é capaz de assegurar o desastre, é possível que a oposição se apodere dele!"

de Raymond Devos

Lá ou cá, antes ou agora, pouco ou Nada muda!

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Quimer(d)a!







Mas então...é verdade que o tamanho da mão divulga-nos informação sobre...não, não posso crer...




(Não vale olharem para as mãos...)

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Afinal...

...A sensualidade depende de pouca coisa...de uns lábios delineados e pintados de vermelho, de uma lingerie fina, quiçá uns escarpins...mas principalmente de termos no pensamento os nossos encontros...

sábado, 22 de novembro de 2014

       Isto de estar sempre a morrer, deve ser algo de extremamente cansativo...nunca se morre mas é um desgaste constante, é quase como ter preguiça de morrer e esperar que essa tristeza tenha um papel corrosivo e aniquilador...

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

"Love me Tinder"


    "É claro que nunca iria funcionar entre eles, eram muito diferentes, ele era homem e ela mulher. Obviamente que era podre desde o início e depois? Isso não impediu que tivessem uma história e que fosse sublime"

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Jingle bell rock...e não só...

...Quanto não vale o Natal para podermos começar a ouvir...de novo...encore et encore...Last Christmas!!!

domingo, 16 de novembro de 2014

Ela

   Sempre soubera que fogos de palha aqueciam pouco, enquanto as brasas contínuas de manifestações de amor sincero, trouxeram-lhe calor para suavizar uma certa frieza. 
   Abominara sentimentalismos de vão de escada, opunha-os directamente aos sentimentos genuínos e espontâneos, sabia que ajudara alguns a confortarem-se dessa falta de sentimentos, e de frieza interior. Sentimentalismos eram por assim dizer, sentimentos baratos e corriqueiros.
  Substituíra a saudade por coragem, sofismas por frieza da alma e orgulho por modéstia, esperando tudo, desejando ainda mais, sem jamais ignorar nada ao seu redor.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Isto sou eu a pensar...

...se tivesse muito dinheiro, de certeza, certezinha que jamais compraria um Mercedes ou BMW (e nem um AUDI).