terça-feira, 28 de outubro de 2014

domingo, 26 de outubro de 2014

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Vamos considerar que sim...que é isso.

Quando alguém que já não vemos há um tempo,  não nos reconhece,  porque sim, porque parece que estamos muito diferentes, com um sorriso em jeito de elogio, vamos entender e aceitar isso como tal. O que me lixa com os elogios, contrariamente às críticas, é que nunca sabemos se são sinceros.  Será sempre proporcional à nossa auto estima ou quiçá...às nossas carências...

sábado, 18 de outubro de 2014

Isto é um post para Gajas, do estilo Workshop!

Os 10 mandamentos para termos um homem na mão :

1- Rir-se das suas piadas, mesmo que não tenha piada nenhuma é certo e sabido que um homem com sentido de humor sempre fez as nossas delícias, estimulamos assim  a sua confiança.
2- Gabar a sua subtileza, mais do que a sua inteligência, a subtileza dá-lhe a sensação que é mais do que único, singularmente diferente dos outros.
3- Apreciar o seu físico, mesmo que não tenha sido favorecido nesse sentido, (ele não se deixa enganar facilmente) há sempre uma característica ou várias até, que podem ser atraentes, os joelhos, as mãos, o dedo mindinho...sei-lá...as covinhas nas bochechas quando se ri, detalhes que fazem toda a diferença
4- Insinuar que somos uma leoa na cama, a maioria de nós só sabe miar em vez de rugir mas ele só se vai aperceber disso tardiamente e cá entre nós, a esperança é sempre a última a morrer.
5- Manter um certo mistério, despertar a sua curiosidade, na falta de dados mais concretos a sua imaginação abona sempre a nosso favor,
6- Jamais, never, nunca, revelar qualquer indício de ciúme ou de possessividade, adoptar sempre uma postura de pseudo-liberalista sobretudo no que diz respeito à sua liberdade, não à nossa.
7- Levar com os seus gostos musicais e simular serem melodias para os nossos ouvidos, aquele cliché do Rui Veloso "não se ama alguém que não ouve a mesma canção" virou axioma nos dias d hoje.
8- Revelar uma certa indignação ou mesmo insegurança face a conjunctura actual (daqui há 100 anos haverá sempre uma "conjuntura actual" negra e aflitiva) porque desperta nele a vontade de nos proteger e por conseguinte sente-se útil e quase indispensável.
9- Ouvi-lo e sobretudo escutar, de preferência ser proporcionalmente boa-ouvinte como pouco conversadora, nada é mais aborrecido do que uma mulher que tenha mais coisas para contar do que experiências por ele vividas.
10- E por fim mas não menos importante, o tom de voz, fale baixo e delicadamente, que não seja tão pouco num tom monocórdico porque isso poderia induzir desinteresse, algo mais parecido com subserviência e discrição.



terça-feira, 14 de outubro de 2014

Não que interesse muito mas....

...aquela musiquinha que diz " Meninas hoje vamos sair, Just girls vai ser só curtir..." estão a ver qual é certamente, ninguém escapou ao tu-ru...tu-ru...continua a ser a que se solta mais das goelas da "velhada", na aula de hidroginástica, todos os dias de manhã....engraçado não é?!!

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Dú(b)idas

       Por vezes pergunto-me se dizer parvoíces, nos dias de hoje, quando todo o mundo pensa profundamente, não será a única forma de mostrarmos que temos um pensamento livre e independente.

domingo, 12 de outubro de 2014

sábado, 11 de outubro de 2014

É bem capaz de me fazer sorrir...

Quando observo uma mulher, já com uma idade feita, a rondar os 45, que descobre (tardiamente)  que ainda pode seduzir ou que afinal, isto da sedução é bem capaz de ser algo de muito fácil, dispendioso quiçá, mas óbvio, é vê-la a saltitar toda colorida e brilhante, achar que sedução é cuidar de si-mesma para ficar sexy e redobrar de atenções para com genro masculino...
Esquece-se ou talvez não sabe (nem saberá) que "nunca é quando pensamos estar prontas para seduzir que seduzimos" e que a sedução está mais naquilo que ocultamos do que naquilo que revelamos.

Algo que pode adoçar...

Como é prazeroso constatarmos que após todos esses anos, continuamos a causar inquietação, aquele olhar de soslaio que nos encalça, um corpo que procura indecorosamente tocar o nosso, palavras infiéis que se escapam da boca contudo mantendo uma postura escorreita aos olhos dos outros...

Mas não...

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Seios e anseios...

(Autor : Mohane)

Umas cobiçam seios maiores que enchem as medidas de uma mão, outras seios mais pequenos, discretos, com mamilos timidamente desabrochados...quando eles anseiam por todos, amoldam-se e emolduram-os com destreza...



Parvoíce é o que é...

Tadinho do bichinho, eu também gosto muito dos animais, de cães e gatos em particular, só não gosto de galinhas mas jamais seria capaz de as depenar (vivas)...agora quando as pessoas começam a gostar mais de animais do que de pessoas...quando a perspectiva de abater um cão move milhares de pessoas, eu pergunto-me : Não têm mais que fazer ou com que se preocupar?!!!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

O que fizeste no verão passado?

Tenho óptimas recordações dum verão sufocante, estava calor, tudo cheirava bem e o sol lambia os sótãos da minha aldeia. A felicidade estava hospedada no cimo dumas escadas de pedra.
Aquela emoção de o sentir, contra mim finalmente, as peles que se tocavam sem se procurarem, a doçura dos seus beijos, os cabelos que se convidavam nas nossas bocas, que nos provocavam e nos paravam por um tempo antes de retomarmos. Suas mãos sobre mim que me falavam dessas partes do meu corpo que eu não gostava e que ele tanto apreciava, seus dedos que escorregavam e prodigavam suaves carícias, precisas e urgentes...

Va au Diable! 

sábado, 4 de outubro de 2014

Sabes, não sabes? É que se não sabes, não aposto muito no teu potencial sexual...

...a diferença entre sensual e sensível? Ser sensível é ser capaz de sentir. Ser sensual é ser capaz de obter prazer com essas sensações.

Se eu pudesse escolher...

(Autor : Patrick Berthou)
...ou seja, escolher pelos dois, escolher a cor do céu, escolher a hora e escolher o lugar, tudo teria sido mais fácil, tudo teria sido melhor. Mas teria sido como nos museus, sabes? Tudo bem orquestrado, bem ordenado, bem colocado, tudo varrido, limpo e desenhado, um pouco como imagino a tua vida. Uma vida que não respira...uma vida como um mausoléo, como um mastaba egípcio decorado com cores vivas. Mas a vida não é assim, a vida é um pouco chata. Na vida, temos de lavar os dentes, não é como no restaurante, não podemos escolher o menu. E os outros fazem barulho, não comem as mesmas coisas, e, por vezes têm o descaramento de ter as suas razões, de não pensar como nós, de não agirem como nós.
Mas se eu pudesse escolher, apesar de tudo, teria vivido contigo e todas essas divisões teríamo-las pousadas sem restrições.
A vida é uma cadela que nos morde.
Como terminar ou como continuar?
Como fazer quando sabemos que não nos podemos perder mas temos tanta dificuldade em nos encontrarmos?

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Anônfala?!

Não! Tenho...e bem fundo, talvez por isso não faço comentários anonimamente. Seria despretensioso, inútil, fútil e tacanho. Presumi-lo chega a ser vexante.